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segunda-feira, 27 de junho de 2011

Edward descobre que está apaixonado...

Essa é a parte de Sol da Meia Noite em que Edward "assume" e admite que esta apaixonado pela Bella, um dos momentos mais lindos, se não, o mais lindo desse rascunho. Espero e torço muito pra que tia Steph decida lançar o quanto antes o livro completo.




(...)Ela não falou. Talvez seu sonho tivesse terminado.
Olhei para o rosto dela e tentei pensar em uma maneira de fazer o futuro suportável.
Machucá-la não era suportável. Aquilo significava que minha única escolha era tentar ir embora outra vez?
Os outros não podiam brigar comigo dessa vez. Minha ausência não colocaria ninguém em perigo. Não haveria suspeitas, nada para ligar os pensamentos de ninguém ao acidente.
Eu hesitei como tinha feito de tarde e nada pareceu possível.
Eu não podia esperar rivalizar com garotos humanos, seja lá se esses garotos eram atraentes para ela ou não. Eu era um monstro. Como ela poderia me ver de outra forma? Se ela soubesse a verdade sobre mim, ela sentiria medo e repulsa. Como uma vítima intencional num filme de terror, ela fugiria, berrando horrorizada.
Lembrei do primeiro dia dela em Biologia... e eu sabia que era a reação correta para ela ter.
Era tolice imaginar que, se eu tivesse sido aquele a chamá-la para o baile idiota, ela teria cancelado seus recém-feitos planos e ido comigo.
Eu não era aquele destinado a ouvir um 'sim' dela. Era outra pessoa, alguém humano e quente. E eu nem poderia me deixar—um dia, quando ela dissesse "sim"—perseguí-lo e matá-lo, porque ela o merecia, seja lá quem ele fosse. Ela merecia felicidade e amor com quem ela escolhesse.
Eu devia a ela, fazer a coisa certa agora; eu não podia fingir mais que eu só estava perigando me apaixonar por ela.
Afinal, não faria diferença se eu partisse, porque Bella nunca me veria da forma que eu queria que ela visse. Nunca me veria como alguém digno de amar.
Nunca.
Um coração morto e congelado poderia se quebrar? Parecia que o meu podia.
“Edward” Bella disse.
Eu congelei, olhando para os olhos fechados dela.
Ela tinha acordado, me pego aqui? Ela parecia adormecida, mas, ainda assim, a voz dela tinha soado tão clara...
Ela suspirou silenciosamente e se moveu agitadamente outra vez, rolando para o lado—ainda dormindo profundamente e sonhando.
“Edward” ela murmurou suavemente.
Ela estava sonhando comigo.
Um coração morto e congelado poderia voltar a bater? Parecia que o meu ia.
“Fique” ela suspirou. “Não vá. Por favor... não vá.”
Ela estava sonhando comigo e nem mesmo era um pesadelo. Ela queria que eu ficasse com ela, lá no sonho que estava tendo.
Lutei para achar palavras para nomear os sentimentos que me preencheram, mas eu não tinha palavras fortes o suficiente para contê-los. Por um longo momento, me afoguei neles.
Quando voltei à superfície, eu não era o mesmo homem de antes.
Minha vida era uma meia-noite imutável, infinita. Devia ser, por necessidade, sempre meia-noite para mim. Então como podia ser que o sol estava se levantando agora, no meio da minha meia-noite?
No tempo em que me tornara vampiro, trocando minha alma e mortalidade por imortalidade na dor intensa da transformação, eu estivera verdadeiramente congelado. Meu corpo tinha se tornado algo mais pedra do que carne, durável e imutável. Meu ser também havia congelado como estavam—minha personalidade, meus gostos e desgostos, meus humores e desejos; tudo estava fixo.
Era a mesma coisa para o resto deles. Estávamos todos congelados. Pedras vivas.
Quando algo mudava em algum de nós, era raro e permanente. Eu tinha visto isso em Carlisle e, uma década depois, em Rosalie. O amor os tinha mudado de maneira permanente, de maneira incorrigível. Mais de oitenta anos tinham se passado desde que Carlisle encontrara Esme, e ele ainda olhava para ela com os olhos incrédulos do primeiro amor. Seria sempre daquela forma para eles.
Seria sempre daquela forma para mim também. Eu sempre amaria esta frágil garota humana, pelo resto da minha existência ilimitada.
Olhei seu rosto inconsciente, sentindo o amor por ela se firmar em cada pequena porção de meu corpo de pedra.
Ela dormia mais pacificamente agora, um leve sorriso em seus lábios.
Sempre observando-a, comecei a tramar.
Eu a amava, então tentaria ser forte o suficiente para deixá-la. Eu sabia que não era tão forte agora. Eu trabalharia nisso. Mas talvez eu fosse forte o bastante para contornar o futuro de outra forma.
Alice vira apenas dois futuros para Bella e agora eu entendia a ambos.
Amá-la não me impediria de matá-la, se eu me permitisse errar.
Ainda assim, eu não podia sentir o monstro agora, não podia encontrá-lo em lugar nenhum dentro de mim. Talvez o amor o tivesse silenciado para sempre. Se eu a matasse agora, não seria intencionalmente, apenas um horrível acidente.
Eu teria de ser incomumente cuidadoso. Não poderia nunca, jamais baixar minha guarda. Teria de controlar cada respiração minha. Teria de manter sempre uma distância cuidadosa.
Eu não cometeria erros.
Finalmente entendi o segundo futuro. Eu tinha estado perplexo pela visão—o que poderia acontecer para resultar em Bella sendo aprisionada a essa meia-vida imortal? Agora—devastado pelo desejo por essa garota—podia entender como eu poderia, em um egoísmo indesculpável, pedir ao meu pai por aquele favor. Pedir a ele para tirar a vida e alma dela para que eu pudesse tê-la para sempre.
Ela merecia algo melhor.
Mas eu vi mais um futuro, uma tênue linha na qual eu seria capaz de andar se mantivesse meu equilíbrio.
Eu conseguiria fazer isso? Estar com ela e mantê-la humana?
Deliberadamente, eu inspirei profundamente, e então outra vez, deixando o cheiro dela me cortar como um fogo incontrolado. A sala estava cheia do perfume dela; sua fragrância sobre cada superfície. Minha cabeça rodou, mas lutei contra isso. Eu teria de me acostumar com isso se eu tentaria ter qualquer tipo de relação com ela. Tomei outro fôlego profundo, ardente.
Eu a observei dormir até o sol sair de trás das nuvens vindas do leste, tramando e respirando.(...)


O Edward é um fofo! ^.^





sexta-feira, 24 de junho de 2011

Jamie Campbell Bower será Jace Wayland no cinema!

No ultimo dia 31 foi anunciado pelo site oficial da MTV que Jamie Campbell Bower representará Jace Wayland nas telonas junto com Lily Collins, que será Clary. Pra quem não lembra, Jamie foi Caius Volturi em Lua Nova, o ator Inglês de 22 anos também atuou em Harry Potter e as Relíquias da Morte, Camelot e alguns outros filmes.
Existia um rumor de Alex Pettyfer seria Jace mas agora é oficial, Jamie Campbell Bower será Jace Wayland.

Olha só as fotos de Jamie que achei...














Acho que Alex Pettyfer tem mais a ver com Jace de Cassandra Clare, além de lindo_suspira_ Alex tem aquele jeito de bad boy assim como o lindo e irritante Jace Wayland.


Da uma olhada no moço...










E aí gostou? Totoso, né!? rs

Cidade das Cinzas



Sinopse

“Engraçado, misterioso e sexy. Um dos meus livros favoritos!” _ Holly Black (autora de As Crônicas de Spiderwick)

No mundo dos Caçadores de Sombras, ninguém esta seguro. E agora que Clary descobriu fazer parte do perigoso Submundo, sua vida nunca mais será a mesma. Jace, seu recém-descoberto irmão, esta cada vez mais impossível, e não parece medir esforços para enfurecer a todos. E sua atitude de bad boy não ajuda em nada quando, após o roubo do segundo dos Instrumentos Mortais, a Inquisidora aparece no Instituto para interroga-lo...Agora Jace é suspeito de ajudar o pai, o perverso Valentim, num plano que vai colocar em risco não só Idris ou o Submundo, mas toda a cidade de Nova York. E Clary não pode deixar de se perguntar: será que as ironias de Jace são só uma forma de chamar a atenção, ou também pode haver uma traição por trás de tanto mistério?


Resenha

Cidade das cinzas, a seqüência de Cidade dos Ossos da série Instrumentos Mortais.
A estória continua empolgante, envolvente e misteriosa. Nesta segunda parte achei que os sentimentos dos personagens estavam mais “sólidos” do que na primeira parte, ele esta cheio de declarações e sugestões mais claras; isso não quer dizer que o livro perdeu a ação, pelo contrario, ainda tem muuuita ação e momentos de cair o queixo, ainda mais por parte do Jace, que esta mais rebelde do que nunca, é difícil de acreditar mas é verdade, Jace consegue ficar ainda mais sarcástico e teimoso nesta seqüência.
Mas...pra ser sincera, esperava mais da seqüência de Cidade dos Ossos... por favor não atirem as pedras ainda, vou explicar, só acho que o segundo livro está no mesmo patamar, no mesmo grau que o primeiro e eu esperava mais, quando leio uma série de livros sempre espero que o próximo seja melhor que o anterior e não foi o que aconteceu com Cidade das Cinzas, se fosse pra dar uma nota daria a mesma que Cidade dos Ossos, gostaria de dar nota 11 mas na minha opinião merece o mesmo que o anterior: nota 10, o que ainda é ótimo. Cidade das Cinzas é tão incrível quanto Cidade dos Ossos, nem mais nem menos.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Cidade dos Ossos


Cidade dos Ossos é o primeiro livro da série de livros Instrumentos Mortais de Cassandra Clare, ao todo são quatro livros lançados e mais dois sem data para lançamento; infelizmente no Brasil apenas dois até agora, Cidade dos Ossos e Cidade das Cinzas, o terceiro, Cidade de Vidro está previsto para Setembro.


Sinopse

O primeiro “encontro” de Clary e Jace não poderia ter sido... pior.
Ela presencia um crime cometido por Jace e outros adolescentes tatuados e equipados com chicotes brilhantes e armas pra lá de esquisitas. Ele, um nephilim _ filho de anjos com humanos _ que tem como missão caçar demônios; ela uma mundana que não se sabe porque tem o dom da Visão...
Mas a diferença entre os dois não impede que em 24 horas Clary se veja envolvida pelo mundo de Jace e dos Caçadores das Sombras; a mãe dela desaparece e a própria Clary é atacada por um demônio. Aparentemente, ela não tem a quem recorrer além de Jace. Mas porque um demônio estaria interessado em uma mundana como Clary? E como de uma hora para outra ela tem o poder da Visão e percebe o Mundo das Sombras? Todos, todos inclusive Clary, querem saber...




Resenha

A primeira coisa que me chamou a atenção para começar a ler o livro foi essa indicação na capa do livro:
“Queridos Edward e Jacob, adoro vocês dois, mas vou passar o fim de semana com Jace. Desculpe! Com amor, Stephenie Meyer. (autora de Crepúsculo)”

Adorei este livro por vários motivos, o principal é que história nunca fica monótona, existe muita ação durante todo o livro; um dos pontos positivo é que quando um mistério ou dúvida é resolvido aparece um mistério ainda maior, quando achava que as coisas iam se acalmar e ficar mais tranqüilas... BAM! acontecia alguma coisa que me deixava literalmente de boca aberta; eu levei um “susto” na maioria dos capítulos...  Surpresas e novidades é o que não falta. Também adorei a personalidade Jace um dos personagens principais, que ao contrario de mocinhos bonzinhos e certinhos, Jace faz o estilo bad boy; ele é sarcástico, malicioso, sexy, teimoso, corajoso, metido e engraçado; por tudo isso ele se torna mais real do que um mocinho clássico. Clary é a personagem principal e a chave de alguns mistérios que serão revelados durante o livro, ela é corajosa, atrapalhada e adora Mangás. Outros personagens que gosto é Alec, irmão adotivo e melhor amigo do Jace e Simon, melhor amigo da Clary; no começo é só isso que eles parecem, os melhores amigos dos personagens principais, ou seja, personagens secundários, mas com o decorrer da estória a autora deixa mais claro os sentimentos e intenções dos dois, eles terão uma participação fundamental na trama. Ainda existe a Isabelle, irmã de Alec, com seu chicote e elegância desumana; Jocelyn, mãe de Clary e cheia de segredos; Luck, amigo de Jocelyn e também cheio de mistérios; e finalmente Hodge, o tutor esquisito que tem um corvo de estimação. Fiquei tão fissurada com a estória que li em 3 dias e ainda fiquei querendo mais. Que venha Cidade das Cinzas!